Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Folha de S.Paulo – Subiu para seis o total de turistas mortos após a erupção de um vulcão na Nova Zelândia na segunda-feira (9). Entre as vítimas, há três australianos, um malaio e duas britânicas.

Com o risco de novas explosões, as equipes de resgate suspenderam as buscas na ilha White, onde fica o vulcão. Há oito pessoas ainda desaparecidas, e risco de 50% de uma nova erupção nas próximas 24 horas, segundo o governo da Nova Zelândia.

Subiu para seis o total de turistas mortos após a erupção de um vulcão na Nova Zelândia na segunda-feira (9). Entre as vítimas, há três australianos, um malaio e duas britânicas.

Com o risco de novas explosões, as equipes de resgate suspenderam as buscas na ilha White, onde fica o vulcão. Há oito pessoas ainda desaparecidas, e risco de 50% de uma nova erupção nas próximas 24 horas, segundo o governo da Nova Zelândia.

A maioria dos sobreviventes tiveram mais de 70% do corpo queimado, segundo os médicos. Alguns deles poderão não sobreviver mesmo com o tratamento.

“Está claro agora que havia dois grupos na ilha: aquele que foi possível ser retirado e aquele que estava perto da erupção”, disse a premiê Jacinda Ardern, em uma entrevista coletiva em Whakatane, cidade na costa próxima à ilha White.

A polícia deu início a uma investigação sobre o caso, mas disse que não se trata de um processo criminal.

A agência geológica Geonet, do governo neozelandês, havia elevado o nível de alerta sobre o vulcão em novembro, devido ao risco de aumento de sua atividade. A última erupção fatal do vulcão da ilha White foi em 1914, quando 12 mineiros que extraiam enxofre do local morreram.

A ilha é de propriedade privada, e recebe mais dez mil turistas por ano. O local é anunciado como “o vulcão marinho mais acessível do mundo”.

“Estou muito surpreso de ouvir que havia turistas lá atualmente, porque cientistas parecem estar bem cientes de que o vulcão da ilha White estava entrando em uma fase de alta atividade”, disse o vulcanologista Loÿc Vanderkluysen, da universidade Drexel.

Uma câmera da Geonet mostrou um grupo de pessoas deixando a cratera um minuto antes da erupção começar.


Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •