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Gazeta Esportiva – O Ministério Público de São Paulo identificou movimentações suspeitas em contas bancárias de Carlos Miguel Aidar, ex-presidente do São Paulo Futebol Clube, durante sua segunda passagem pelo clube, entre 2014 e 2015.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o MP-SP categorizou como suspeitos os depósitos nas contas de Aidar por conta do “caso Maidana”. Houve quebra de sigilo no período entre 2015 e 2016, ano em que já não estava mais presidindo o São Paulo Futebol Clube.

Iago Maidana, então zagueiro do Criciúma, foi comprado pela empresa Itaquerão Soccer por R$ 800 mil e foi registrado como atleta do Monte Cristo, clube da Terceira Divisão de Goiás, por dois dias. Logo depois, o São Paulo pagou R$ 2 milhões por 60% dos direitos econômicos do defensor.

Pouco antes de renunciar ao cargo, em setembro de 2015 Aidar recebeu um depósito de R$ 70 mil em suas contas bancárias, conforme identificado pelo Ministério Público. Foram 14 depósitos de R$ 5 mil em um período de 20 dias, movimentação um tanto quanto suspeita.

Em resposta à Folha de S. Paulo, Carlos Miguel Aidar afirmou que não irá se pronunciar sobre o caso e que foi de sua própria vontade o acesso disponibilizado ao MP-SP às suas contas bancárias.


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