Christian de Castro, presidente da Ancine (Pedro França/Agência Senado)
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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o diretor-presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Christian de Castro Oliveira, por crimes de falsidade ideológica; uso de documento falso e estelionato, por duas vezes; e crime contra ordem tributária, por 10 vezes. Além disso, o MPF requer – por dano moral coletivo – o pagamento de 569,9 mil reais.

Em 1999, Christian abriu uma empresa – Supro Limited – nas Ilhas Virgens Britânicas. Os procuradores dizem que o negócio foi feito de forma fraudulenta, em nome de laranjas.

Além disso, entre 2008 e 2019, Christian teria prestado declaração falsa à Junta Comercial de São Paulo e Receita Federal, omitindo que era o sócio-administrador da empresa Supro. (Com Veja)


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