Compartilhe
  • 1
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
    1
    Share

No dia 13 de agosto de 1951, o então presidente Getúlio Vargas sancionou a Lei nº 1.411, que passou a regulamentar o exercício profissional do economista. Somaram-se a esta lei o Decreto n.º 31.794, de 17 de novembro de 1952; a Lei n.º 6.021, de 03 de janeiro de 1974; a Lei n.º 6.537, de 19 de junho de 1978; e a Lei n.º 6.206, de 07 de maio de 1975. É este conjunto legal que regulamenta a profissão de economista no Brasil. No Amazonas, este profissional também é valorizado, a começar pelo Conselho Regional de Economia (Corecon/AM), Autarquia Federal legalmente constituída para registrar, disciplinar e exercer a fiscalização das pessoas físicas e jurídicas que atuam no campo profissional do economista.

Para José Ricardo, essa é uma justa homenagem uma vez que o economista é conhecido por ser o profissional da prosperidade, seja no âmbito micro, quando procura melhorar o desempenho das empresas, ou no âmbito macro, quando procura interferir na economia nacional e mundial com objetivo de acelerar o crescimento econômico sustentado, portanto importante para a economia de um país. “E a atuação do economista na região assume proporções ainda maiores, uma vez que necessitamos com urgência de novas alternativas econômicas, além da Zona Franca de Manaus, utilizando as riquezas da biodiversidade da Amazônia”, declarou.

Além disso, destaca ainda José Ricardo, o economista é um profissional que busca prosperidade, mas não perde o foco da pobreza, da miséria e do meio-ambiente, ao contrário, busca construir uma sociedade mais justa e igualitária, na qual todos tenham acesso às condições básicas de inserção social. Ou seja, ser economista é fundamental a existência de uma vocação para o exercício da profissão.

Durante a Sessão Especial, o Conselho Regional de Economia (Corecon) será homenageado com o recebimento de placa comemorativa da Assembleia Legislativa do Amazonas.


Compartilhe
  • 1
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
    1
    Share