Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) minimizou a saída de três ministros do governo em menos de um mês, sendo duas dessas trocas no Ministério da Saúde, no momento em que o país atravessa uma crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Em conversa com apoiadores na manhã desta terça-feira (19/05), o chefe do Executivo afirmou que “nenhum ministro saiu por corrupção”.

Dos três últimos chefes de pastas que deixaram o governo, os dois ministros da Saúde saíram por discordar do presidente sobre temas como isolamento social e prescrição da hidroxicloroquina para pacientes com sintomas leves da Covid-19.

Sergio Moro, outra baixa recente do governo Bolsonaro, deixou o cargo acusando o ex-chefe de tentar interferir na Polícia Federal ao fazer indicações políticas para a direção-geral e superintendências.

“Nenhum ministro saiu por corrupção ou acomodação partidária. No passado, trocava centenas de ministros por ano e a imprensa não falava nada”, afirmou a militantes na porta da residência oficial.

Bolsonaro deixou o Alvorada sem falar com jornalistas pelo segundo dia seguido desde o escândalo envolvendo o filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Segundo denúncias do suplente de Flávio, Paulo Marinho (PSDB-RJ), a PF teria antecipado informações sobre operação contra o ex-assessor do primogênito do presidente Fabrício Queiroz. (Metrópoles)


Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •