Foto: Xavier Laine/Getty Images
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Neymar certamente não teve o melhor Carnaval da vida em 2020. Na semana passada, o atacante brasileiro anunciou, com “imensa felicidade”, que desfalcaria a folia no Brasil pela primeira vez desde que chegou ao Paris Saint-Germain – nos dois anos anteriores, lesionado, conseguiu dar uma “escapada.” Desta vez, o camisa 10 ficou na capital francesa, mas também aprontou, dentro e fora de campo. Com informações da revista Veja.

Na última quinta-feira 20, dois dias depois da derrota para o Borussia Dortmund na Liga dos Campeões, Neymar compareceu à festa de aniversário dos colegas Edinson Cavani, Ángel Di María e Mauro Icardi. Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram o elenco descamisado e bastante animado durante a celebração. O técnico Thomas Tuchel admitiu seu descontentamento.

“Eu realmente fiquei surpreso com essas imagens. Conversamos sobre isso internamente, isso tem de ficar dentro do clube. Mas, sim, isso foi discutido e não estamos felizes com as imagens dessa festa”, afirmou o treinador alemão. O brasileiro Marquinhos, também presente na farra, disse que a celebração já estava planejada, mas pediu desculpas aos torcedores pela divulgação das imagens.

O PSG voltou a campo no domingo 23 e até conseguiu uma boa vitória – 4 a 3 sobre o Bordeaux, no Parque dos Príncipes, mantendo folga na liderança do Campeonato Francês –, mas Neymar foi novamente protagonista de forma negativa. Não balançou as redes e ainda foi expulso nos acréscimos, ao receber o segundo cartão amarelo. Ele ainda deixou o campo aplaudindo ironicamente a arbitragem e reclamando da falta de critério em relação às faltas que recebeu.

Desta vez, Neymar foi defendido por Tuchel. “A falta não era necessária, mas ele estava nervoso, é humano. Por outro lado, quem fez falta antes não recebeu cartão amarelo. Foi muito estranho.” Nesta quarta-feira, 26, porém, o diário francês L’Équipe revelou um recente desentendimento entre o atacante e seu treinador.

De acordo com o jornal, Neymar se recusou a treinar há duas semanas, depois de não ter sido relacionado para o jogo diante do Dijon, pela Copa da França. O atacante já havia reclamado publicamente da decisão de ser poupado após a derrota para o Dortmund, na Alemanha.

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“Infelizmente tive que acatar isso, tive várias discussões, não curti o que eles propuseram para mim. Mas o clube é quem manda, tive que respeitar, infelizmente. Mas isso acaba sendo ruim para mim e para os meus companheiros”, desabafou, na ocasião. O decisivo jogo de volta contra o Borussia Dotmund acontece no dia 11 de fevereiro, em Paris. Até lá, a direção do PSG terá de apagar mais um incêndio e acalmar seu principal jogador. 


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