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Ativistas feministas do Fórum Permanente das Mulheres de Manaus (FPMM) estão neste momento realizando o Ato #VigíliaPorLorena em frente do Tribunal do Júri, que inicia nesta quarta-feira (5) a sessão do julgamento do dentista Milton César Freire da Silva, réu por acusação de assassinar com um tiro na cabeça a ex-mulher, a perita Lorena dos Santos Baptista.

O crime tipificado como homicídio aconteceu em 5 de julho de 2010. O acusado alegou que o disparo foi “acidental”, mas ela deixou um diário onde relatou que sofreu violência doméstica durante a convivência com ele.

Para o movimento de mulheres o crime foi feminicídio, sim!

A #VigíliaPorLorena permanecerá no entorno do Fórum Ministro Henoch Reis até o juiz Mateus Guedes Rios, da 1ª. Vara do Tribunal do Júri, proferir a sentença condenatória do dentista Milton César Freire da Silva.

“Exigimos penalidade máxima!”

Esta é a segunda vigília que o FPMM realiza este mês exigindo punição a acusados por crimes que envolve a violência contra a mulher e feminicídio. Nos dias 28 e 29 de janeiro o movimento de mulheres realizou o ato por Jerusa Helena Torres Nakamine, assassinada pelo marido em 12 de abril de 2018.

A 2ª. Vara do Tribunal do Júri adiou o julgamento do réu Ivan Rodrigues das Chagas, sob justificativa de problemas de saúde de um dos membros do Júri Popular, e marcou a sessão para o dia 19 de março de 2020.

O FPMM divulgou uma nota de repúdio a decisão. Chagas é réu pelo crime classificado como Feminicídio pela Justiça amazonense. Leia a nota do FPMM (http://twixar.me/F78T)


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