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O policial militar Erick André Nazário, de 31 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira, 29, no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua,no Pará. O PM foi baleado no último domingo, 26, no conjunto Rouxinol, município de Castanhal, nordeste paraense.

De acordo com informações de testemunhas, o cabo Erick André, lotado no 5º Batalhão da PM, foi vítima de disparos de arma de fogo que atingiram seu abdômen. O militar estava de folga e atuava há 10 anos na corporação.

Ele foi encaminhado, primeiramente, para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Castanhal para receber os atendimentos médicos e transferido para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua.

O policial militar foi submetido a procedimento cirúrgico na madrugada da última segunda-feira, 27. As circunstâncias do crime e o autor dos disparos estão sendo investigados pela Polícia Civil do Estado.

Violência na Corporação

Com a morte do cabo Erick André Nazário, sobe para dois o número de policiais militares mortos em 2020. No dia 5 de janeiro o sargento da Polícia Militar, Rui Vilhena Gonçalves, foi executado em um bar no bairro da Cabanagem, em Belém.

O sargento Vilhena tinha 51 anos, atuava no 6° Batalhão da Polícia Militar, no município de Ananindeua, e estava há 27 anos na corporação.

Em 2019, 32 agentes de segurança pública foram mortos no Pará, 29 desses assassinatos eram policiais militares. 71 agentes foram assassinados entre 2015 e 2019. O maior número de assassinatos ocorreu entre os policiais militares.

Apesar do número de agentes públicos assassinados ser alto no Pará, a Segup ressaltou que os 32 agentes mortos no ano passado foi um número 40% menor que o ano anterior, 2018, quando foram mortos 49 agentes de segurança pública, dos quais 45 foram policiais militares.

O número de 32 agentes em 2019 também é um pouco menor que de 2017, quando foram mortos 39 agentes, dos quais 35 eram PM’s. Da séria histórica dos últimos 5 anos somente os anos de 2015 e 2016 morreram menos de 30 agentes, sendo 23 e 28 mortes, respectivamente, em 2015 e 2016. (Roma News)


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