Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. Foto: Igo Estrela
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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, quer que o Congresso amplie para um ano a licença-maternidade remunerada, medida que considera como política de fortalecimento da família. As declarações foram dadas durante entrevista ao Uol e à Folha de S.Paulo.

“Eu defendo mais tempo da mãe com a criança em casa. E do pai também. Essa realidade do Brasil agora ainda não é. Podemos lutar por isso? Podemos. Vamos ter resistência? Muita. Mas a gente pode trabalhar”, destacou a ministra.

A legislação trabalhista estipula afastamento de quatro meses, que pode chegar a seis por opção do empregador. Damares também quer a aumentar o período da licença-paternidade, atualmente de cinco dias.

Censura
Damares pontuou ainda que não defende censura de imagem de beijo entre pessoas do mesmo sexo e estimou que a Comissão da Anistia deixe de receber requerimentos em até três anos.

“Se o material era para adulto, não era para criança, e se o pai quiser comprar e dar para a criança, a criança pertence à família. Se a família acha que deve dar, a família dá”, comentou, em referência à censura imposta pelo prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, durante a Bienal.

Abordou ainda o caso da menina Ágatha, 8 anos, assassinada no Rio de Janeiro. A ministra salientou que não havia falado sobre o assassinato até então porque “estavam querendo usar o episódio para um embate político”. No entanto, afirmou que vai convidar o presidente Jair Bolsonaro (PSL) para visitar a família da garotinha. (Metrópoles)


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