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A reportagem do Fato Amazônico esteve essa semana conversando a respeito da morte do delegado Oscar Cardoso, com um promotor de justiça, que não terá o nome revelado, e este disse que acredita que estão tentando “plantar” provas de que a morte do delegado foi um recado dos bandidos a polícia, o que ele não acredita que seja.

“Ainda não sabemos de quem é o interesse, mas que existem interessados nisso é real”, disse o promotor, afirmando na conversa que outras coisas iriam acontecer para dar a entender que o recado mentiroso se tornasse verdade.

A morte do polical militar, na última sexta-feira, que não tinha nada haver com Oscar Cardoso, foi uma delas. Interessados em plantar provas para uma suposta elucidação da morte do delegado, aproveitaram o fato para trabalhar e tocar o terror nas redes sociais e nos grupos de whatsapps.

Para o promotor, a morte do delegado está ligada a queima de arquivo e não a apreensão de drogas de João Branco. “Ele (João), não iria querer a polícia toda em cima dele, está na cara que a morte foi outra questão. Querem atribuir a morte do delegado a bandidos e não foi isso”, acrescentou, afirmando que desde a prisão de Oscar Cardoso, ano passado, tinha dúvidas do envolvimento do delegado com tráfico de drogas.

De acordo com o promotor, o Ministério Público foi informando de que uma testemunha seria ouvida na elucidação do crime e um representante do MP foi designado a acompanhar os delegados que formam a força tarefa montada para investigar a morte de Oscar Cardoso.

“Quando o promotor chegou lá, os delegados, já tinham ouvido a testemunha e o promotor designado também achou o fato muito estranho porque as perguntas elaboradas eram fraquíssimas”, disse o promotor, afirmando que a testemunha, que é envolvida em outros crimes, contribuiu para elucidação de outros delitos, inclusive o da morte do delegado.


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