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O Pastor Everaldo Dias Pereira, presidente nacional do PSC, foi preso na operação Operação Tris in Idem, da Polícia Federal. O pastor foi candidato à Presidência da República em 2014 e também ao Senado em 2018.

De acordo com as investigações do Ministério Público Federal, o pastor Everaldo seria o comandante de um dos eixos da organização criminosa montada no governo Wilson Witzel no Rio de Janeiro.

Os outros dois comandantes seriam comandados pelo empresário Mário Peixoto – que já está preso – e pelo empresário da área de ensino José Carlos de Melo, pró-reitor administrativo da Universidade Iguaçu (Unig). Peixoto seria o elo entre os esquemas nos governos Witzel e Sérgio Cabral.

Além do envolvimento da primeira-dama Helena Witzel, a investigação destaca como principais operadores, ligando Witzel ao esquema de desvios, o advogado e ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico Lucas Tristão e o médico e ex-prefeito de Volta Redonda Gothardo Lopes Neto, apontado como o braço-direito do governador.

Wilson e Helena Witzel, o pastor Everaldo, Lucas Tristão, Gothardo e outros envolvidos foram denunciados no STJ por corrupção e lavagem de dinheiro.

“Como se vê, é exatamente o mesmo grupo criminoso que está sob investigação. A diferença é que, limitado pelo foro constitucionalmente deferido aos governadores, o Ministério Público do Rio de Janeiro não quebrou os sigilos, não realizou busca e apreensão e não teve acesso a elementos de prova que claramente colocam Wilson José Witzel no vértice da pirâmide, atraindo, sem nenhuma dúvida, a competência do STJ”, diz a decisão da corte.


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