Joseph Gobrick
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Um homem de 45 anos foi preso em 2018 em Nova York (EUA) após manter em sua casa uma adolescente de 17 anos que era procurada em Ohio. Em sua residência, foram encontrados material pornográfico envolvendo crianças, sendo que oito delas foram identificadas.

Na prisão, Joseph Gobrick afirma que as imagens foram animadas por computador e são protegidas pela Primeira Emenda. Ele alega que é uma menina de 8 anos e que faz desenhos de fantasias com outras crianças.

“Sempre fui uma menina de 8 anos”, disse Gobrick na sentença. “E mesmo meus desenhos e fantasias, eu sempre sou uma garota de 8 anos”, diz o pedófilo segundo reportagem do canal 13 da ABC.

Algumas das imagens retratavam crianças entre as idades de um bebê e cinco anos sendo agredida sexualmente.

O promotor assistente do condado de Kent, Daniel Helmer, chamou Gobrick de “um perigo para o público”, explicando que mesmo durante o julgamento, o réu continuava a desenhar e a falar sobre estuprar bebês na cadeia.

Sem medo da justiça, o criminoso chegou a defender o seu “direito constitucional” de continuar a fazer essas declarações e desenhos. Na cadeia ele também desenhava conteúdo pornográfico com crianças, informação que levou o juiz Paul Denenfeld, do Tribunal do Condado de Kent, a condená-lo entre 10 e 20 anos de prisão.

“Com base em tudo o que ele disse e fez, incluindo se gabar do que estava desenhando em sua cela, ele obviamente não acha que material sexual abusivo de crianças esteja errado”, disse Denenfeld. “Isso não é apenas material virtual; isso também é prejudicial para pessoas reais”.

Em um dos julgamentos, Gobrick demitiu seu advogado e assumiu sua própria defesa, chegando a dizer que sua condenação era ilegal, fazendo uma ligação com o regime nazista.

“Segundo a lei, Auschwitz era legal”, disse Gobrick, em uma aparente referência ao campo de concentração nazista no sul da Polônia. “O que você está fazendo aqui está errado, assim como Auschwitz”, disse ele.

O juiz Denenfeld o considerou culpado por três acusações de atividade comercial de abuso sexual infantil e uso de um computador para cometer um crime. (Com informações de Gospel Prime)


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