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Nos próximos dias, o Governo Federal vai anunciar o Plano de Combate ao Desmatamento Ilegal, que vai vigorar até julho de 2023. Ele cria uma série de regras para conter o desmatamento e queimadas no Brasil, além de favorecer o recebimento de doações internacionais voltadas à preservação do meio ambiente.

A criação do plano, bem como as vantagens ambientais para o Estado do Amazonas, foi destacada nesta terça-feira (9) pelo deputado estadual Fausto Jr (PV), durante Sessão virtual da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Segundo o deputado, o novo plano será coordenado pelo Conselho Nacional da Amazônia, que tem no comando o vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão (PRTB). A ideia é substituir o plano atual que expira no final do mês.

Fausto Jr. explica que a atualização será mais abrangente e vai impor a ordem de “tolerância zero” ao desmatamento ilegal. “Ficamos sabendo que o plano será rigoroso quanto ao desmatamento. A ordem é evitar uma segunda onda de queimadas ao longo deste ano”, afirmou o deputado.

Outra vantagem será a criação do Fundo da Amazônia, que permitirá a arrecadação de recurso junto a países como Alemanha e Noruega para financiar ações contra o desmatamento ilegal. “O Fundo da Amazônia garantirá recursos para fiscalizar a floresta e fortalecer órgãos ambientais como Ibama e ICMBio”, acrescentou.

Fausto Jr. prevê que o fortalecimento do Conselho da Amazônia permitirá o desenvolvimento de alternativas econômicas no Amazonas, como a exploração de gás e do mineral nióbio, cuja maior reserva do mundo encontra-se no município de São Gabriel da Cachoeira (862 km).

“Essa reserva de nióbio é avaliada em mais de R$ 1 trilhão e poderá ajudar no desenvolvimento do interior do Estado, além de garantir a preservação da floresta”, avalia o deputado.


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