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O agente da Polícia Militar que apontou um fuzil para um manifestante desarmado nesse domingo (31/05), em protesto no Rio de Janeiro, vai responder administrativamente por ter “ferido o protocolo interno”, segundo a corporação. Nomeado como “Vidas Negras importam”, o grupo protestava contra casos de racismo no Brasil e no mundo, como o caso George Floyd, que morreu sufocado pelo joelho de um policial, nos Estados Unidos.

O caso do menino João Pedro, fuzilado pela PM do Rio também foi lembrado pelos ativistas. O protesto começou de forma pacífica em frente ao palácio Guanabara, mas os agentes atiraram balas de borracha e bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes.

Segundo a corporação, com a confusão, um manifestante entrou no palácio e danificou uma viatura. “Naquele momento, houve necessidade de fazer o uso de instrumento de menor potencial ofensivo para conter os manifestantes. Na ação, uma pessoa foi encaminhada para a delegacia”, disse a corporação, por nota.

O policial que apontou o fuzil para o ativista foi escalado para o bloqueio do trânsito devido a manifestação. Ele não teve o nome divulgado.

No mesmo dia, as ruas do Rio de Janeiro também foram tomadas por protestos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que terminaram em conflito com PM. O grupo que manifestava contrário ao mandatário do país contou com a participação de torcida organizada do Flamengo, vestia preto e trazia uma faixa com os dizeres: “Democracia rubro-negra”. As informações são de Metrópoles.


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