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Gazeta Esportiva – A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou, na manhã desta terça-feira, mais uma parte da operação envolvendo o Cruzeiro. Por volta das 8h, com oito carros os policiais fizeram buscas na sede da agremiação, no Barro Preto, região central de Belo Horizonte.

O objetivo é encontrar documentos falsos, práticas como falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, conforme denuncias recebidas. A diretoria do Cruzeiro é alvo das investigações, assim como empresários e membros de torcidas organizadas.

Além da Polícia Civil, o Cruzeiro também é investigado pelo Ministério Público. A Raposa vive a maior crise institucional de sua história como uma gestão que aumentou a dívida do clube para R$ 520 milhões. Junto com isso, várias irregularidades foram apontadas como repassar partes de direitos de atletas após pegar um empréstimo com um empresário.

A Raposa ainda usou “direitos” de um garoto de 12 anos para garantir o pagamento deste empréstimo, outra prática ilegal tendo em vista que só é possível ter contrato aos 16. Essas práticas são proibidas pela Fifa e CBF. O clube ainda é acusado de mentir no balanço financeiro, algo proibido pela lei brasileira.

As buscas da Polícia Civil acontece justamente a dois dias das quartas de final da Copa do Brasil, contra o Atlético, na próxima quinta-feira, no Mineirão. A partida de volta será na próxima semana, no Independência.


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