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A força-tarefa da operação Lava Jato deflagrou na manhã desta terça-feira 10 sua 65ª fase, denominada Galeria, para investigar suspeitas de corrupção e de lavagem de dinheiro relacionados à Transpetro, subsidiária da Petrobras, e à Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

De acordo com o Ministério Público Federal, pelo menos entre 2008 e 2014, o ex-senador e ex-ministro Edison Lobão (MDB-PA) e Márcio Lobão solicitaram e receberam cerca de 50 milhões de reais em propinas dos grupos Estre e Odebrecht. As investigações apontam que os atos de lavagem se estendem até 2019.

Além dos crimes de corrupção relativos à participação da Odebrecht no contrato de construção da Usina de Belo Monte, já denunciada na Lava Jato, o MPF apura benefícios em mais de 40 contratos que totalizam cerca de 1 bilhão de reais celebrados pelas empresas Estre Ambiental, Pollydutos Montagem e Construção, Consórcio NM Dutos e Estaleiro Rio Tietê.

Segundo o MPF, as provas indicam que as propinas foram entregues em espécie em um escritório de advocacia ligado à família Lobão, no Rio de Janeiro. Nesse sentido, os procuradores afirmam que foram obtidos depoimentos de colaboradores, registros de ligações e reuniões entre os investigados, e registros em sistemas de controle de propinas. (veja.com)


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