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Policiais da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), terão de trabalhar com três versões para a execução de Camila Carol Anjos Fernandes, de 19 anos, assassinada com dois tiros na cabeça no início da noite de ontem (2) dentro da residência dela, na rua Santa Etelvina, bairro Cidade de Deus, Zona Norte de Manaus.

De acordo com informações repassadas por testemunhas aos policiais militares 13ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), os primeiros a chegarem ao local do crime, uma mulher identificada  apenas como “Tainara”, conhecida da vítima, seria a autora dos disparos e o motivo seria passional.

Uma testemunha disse que Tainara e mais três mulheres foram até a casa de Camila cometer o crime. Elas teriam chegado a casa da vítima em um veículo modelo Siena prata, de placas não informadas.

Já dentro da casa teria iniciado uma discussão com Camila e Tainara que teria pedido para conversar em particular com a vítima foi quando ela (Tainara) puxou o cabelo de Camila e atirou na cabeça.

A discussão teria ocorrido devido o envolvimento de Camila com um namorado de Tainara.

Essa seria uma das versões. A segunda teria sido por Camila ter ido ao 15° Distrito Integrado de Polícia fazer o reconhecimento de três acusados de tráfico de drogas e morreu minutos depois de voltar da delegacia por ter denunciado os suspeitos.

A terceira versão é de familiares que ainda na cena do crime falavam que já tinham dito a Camila para sair dessa vida. Para polícia a vida seria o tráfico de drogas e ela teria sido vítima de um acerto de contas.


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