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Derek Chauvin, o ex-policial que aparece em vídeo prensando o pescoço do negro George Floyd contra o chão, foi preso nesta sexta-feira (29) pelas autoridades de Minneapolis. O agente já foi objeto de 18 inquéritos disciplinares, dos quais 16 foram encerrados sem nenhum tipo de punição. Ele foi demitido da polícia após o episódio vir à tona.

O promotor responsável pelo caso, Mike Freeman, disse após a prisão que Chauvin será acusado pelo equivalente no Brasil a homicídio culposo —quando não há intenção de matar. Ele disse ainda que os três outros policiais que participaram da ação em questão também devem ser formalmente acusados em breve.

Floyd foi assassinado durante uma abordagem conduzida por quatro policiais brancos na segunda-feira (25) —dentre eles, Chauvin— por suspeita de que ele estaria tentando usar cartões ou notas falsificadas em uma loja de conveniência na cidade de Minneapolis.

As imagens e a voz estremecida de Floyd, dizendo que não conseguia respirar, foram registradas por uma pessoa que passava pelo local em um vídeo que viralizou na internet. Na gravação, é possível ouvir diversas pessoas que se aglomeravam em volta da cena pedindo que o agente parasse e alertando que o nariz de Floyd sangrava.

Após alguns minutos, o homem imobilizado para de se mexer e fica em silêncio, antes de ser colocado em uma maca e levado em uma ambulância. Perto das 22h, ele foi declarado morto pelo hospital da região. As informações são de Folha de S. Paulo.

George Floyd, 46, foi asfixiado e morto por um policial em Minneapolis, nos EUA.

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