Prefeitura leva serviços de saúde e assistência ao Parque das Tribos. Foto: Alex Pazuello
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Dados do Ministério da Saúde apontam que a Prefeitura de Manaus assegura a Atenção Básica em Saúde para 62,71% da população, o equivalente a 1.368.900 pessoas, sendo o melhor desempenho registrado pelo município desde abril de 2009. A informação, que está no e-Gestor AB, plataforma web oficial do órgão, atesta a eficiência dos investimentos da gestão Arthur Virgílio Neto na área.

“Esse percentual confirma a estimativa que fizemos ainda no final de 2019, a partir de ações e investimentos na rede municipal de saúde – física e de recursos humanos. Vale ressaltar que esse crescimento ocorre no auge de uma pandemia de proporções gigantescas, que nos forçou, inclusive, a limitar os atendimentos na rede básica para assegurar o distanciamento social e tentar conter o avanço do novo coronavírus em nossa cidade, conforme orienta o Ministério da Saúde”, avaliou o prefeito de Manaus.

Conforme o levantamento do Ministério da Saúde, a marca de 62,71% de cobertura de Atenção Básica em Saúde foi alcançada no mês de maio. A cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF) também apresentou variação positiva desde o mês de janeiro, passando de 39,36% para 40,94%. Em janeiro, o índice era 51,47%, registrando aumento nos meses subsequentes, chegando a 62,71% em maio. Com isso, Manaus superou capitais como Rio de Janeiro (43,53%), Salvador (55,13%), Cuiabá (53,96%), Belém (40,47%) e Curitiba (57,33%).

O secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi, apontou alguns avanços que permitiram alavancar a cobertura da atenção básica, como a criação da Escola de Saúde Pública (Esap), que atua no âmbito da especialização em Saúde Pública e Programa de Residência Médica de Família e Comunidade.

“A Esap contribui tanto para o incremento da cobertura da Atenção Primária à Saúde quanto para a qualificação dos profissionais para atuação nesses serviços. Também tivemos a inauguração de quatro Unidades Básicas de Saúde Móveis, que passaram a atender as necessidades e prioridades em saúde dos cidadãos que residem em áreas de expansão da cidade ou de vulnerabilidade social, considerando as dimensões epidemiológica, demográfica e socioeconômica”, afirmou Magaldi, ao destacar, também, a inauguração de novas unidades de saúde. “Inclusive Clínicas da Família, já em funcionamento – uma delas, a Carmen Nicolau, que deu total suporte ao hospital de campanha municipal nos atendimentos a casos de Covid-19”, completou.

Entre os anos de 2013 e 2019, a Semsa registrou oscilações na cobertura da Atenção Primária, em decorrência de fatores que independeram da gestão. “A demissão, sem aviso prévio, de 232 profissionais da Secretaria de Estado da Saúde (Susam), que atuavam em 21 Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Semsa, no final do mês de maio de 2019, e a cessão de 40 médicos do município para instituições de saúde do Estado contribuíram para que houvesse uma redução na cobertura em Manaus. Soma-se a isso, o fim do programa ‘Mais Médicos para o Brasil’, do governo federal, e a dificuldade de fixação de médicos na Atenção Básica”, finalizou Magaldi.


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