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A Prefeitura de Manaus, por meio da Defesa Civil, participou na segunda-feira, 25/11, do lançamento do Mapa das Áreas de Risco Geológico da Zona Urbana de Manaus e da Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização da Zona de Expansão e da Zona de Baixa Ocupação da Cidade de Manaus, durante apresentação dos resultados de estudos, na sede do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), localizado no bairro Aleixo, zona Centro-Sul. 

As ferramentas foram elaboradas a partir de 484 quilômetros quadrados de perímetro urbano, para gerar soluções às áreas de risco, que atingem, principalmente, os moradores dessas localidades da capital, que sofrem com inundações e deslizamentos de terra.  

“O levantamento das áreas de risco é feito por meio de uma integração entre o CPRM e a Defesa Civil, então, as ocorrências registradas foram repassadas ao Serviço Geológico, que realizou um estudo e junto com o trabalho de 2012, realizou todo esse trabalho. A Defesa Civil já trabalha a parte de monitoramento dessas áreas de risco de Manaus, e, apesar de hoje apresentar, 1.600 pontos, nós vamos montar diretrizes para melhorar e continuar nossos monitoramentos e projetos de prevenção nessas áreas vulneráveis”, informou o secretário-executivo da Defesa Civil, Cláudio Belém. 

O segundo produto divulgado, a Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização da Zona De Expansão e da Zona de Baixa Ocupação da Cidade de Manaus servirá como apoio para que gestores municipais possam melhor planejar as áreas, sem afetar o meio ambiente e criar novas áreas de risco na cidade. 

“Esse mapeamento da expansão urbana servirá justamente para passar informações à Defesa Civil de Manaus e à Prefeitura de Manaus, para que os espaços não sejam mal ocupados, para que as áreas com restrições fiquem restritas, sem ocupação”, explicou o pesquisador de Geociências, Elton Andretta.

Atualmente, os pontos de risco concentram o maior número na zona Norte e Leste do município. O trabalho preventivo nesses pontos de risco é realizado, semanalmente, pela Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil do município e conta com o reforço dos Núcleos de Proteção e Defesa Civis (Nupdecs) nas comunidades, formados por voluntários que ajudam o órgão a monitorar essas áreas da cidade, além do reforço de monitoramento por meio de pluviômetros instalados na capital.


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