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A Prefeitura de Manaus inicia nesta segunda-feira, 16/9, o curso de qualificação e atualização de enfermeiros e técnicos em enfermagem, da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa),  voltado especificamente aos profissionais na Atenção Primária à Saúde (APS) da rede municipal, que realizam diariamente o tratamento de pessoas portadoras de feridas no pé provocadas pelo diabetes. A capacitação está prevista para iniciar às 8h, no Hospital Universitário Francisca Mendes (HUFM), localizado na avenida Camapuã, nº 108, Cidade Nova, zona Norte da capital.

“O curso de qualificação e atualização do pé diabético é um uma ação piloto destinada aos profissionais de seis Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da rede Semsa. Ao término, estaremos qualificando o atendimento e ampliando a atenção e o cuidado aos portadores de feridas que buscam assistência nas unidades dos nossos Distritos de Saúde (Disas), explica Sinara Flores, chefe do Núcleo de Hipertensão e Diabetes, da gerência da Rede de Cuidados Crônicos da Semsa.

A palestrante do curso será a enfermeira Dalva Lara, com especialização em estomaterapia (área da enfermagem voltada ao tratamento de estomias, feridas agudas, fístulas e incontinência anal e urinária) que desenvolverá o curso em duas partes: teórica e prática. O curso inicia no dia 16 e seu término está previsto para o dia 30 de setembro. Neste primeiro momento do plano de qualificação, deverá alcançar 60 profissionais, entre enfermeiros e técnicos em enfermagem lotados nas UBSs dos Distritos de Saúde Norte, Sul, Oeste e Leste.

Aplicativo

Como parte do processo do acompanhamento e tratamento do pé diabético, a Semsa vai lançar um aplicativo destinado ao monitoramento das pessoas portadoras de lesões. A ação será desenvolvida entre os profissionais do Núcleo de Hipertensão e Diabetes e os das unidades de saúde, o que deverá contribuir para redução e o risco do desenvolvimento de úlceras e, por consequência, das indesejáveis amputações.

As amputações decorrentes de complicações neuropáticas, isquêmicas e infecciosas, relacionadas ao pé diabético constituem um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, levando a elevadas taxas de internação hospitalar. Além do impacto social na vida do usuário e da alta mortalidade associada, as amputações estão relacionadas a altos custos diretos e indiretos para o sistema público de saúde.


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