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As reclamações contra as principais maternidades de Manaus – Ana Braga e Balbina Mestrinho – não param e se acumulam a cada dia e nenhuma providência concreta para afastar o problema é adotada pelo poder público.

Os problemas são de toda monta e esbarram nas coisas mais simples, como falta de refrigeração nas enfermarias, às mais complexas, como falta de mão de obras especializada.

Sábado, 14, por exemplo, na maternidade Ana Braga, Unidade de Cuidados Intermediários a (UCI) apenas um técnico de enfermagem compareceu para cuidar de 14 bebês.

Na Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa) só com um técnico marcou presença na maternidade, colocando-se a disposição  de 15 cangurus e 16 Patológicos.

As maternidades, segundo o vereador Marcelo Serafim, estão enfrentando um grave problema nos setores da UTINEO, UCINCO, UCINCA – em todos os setores das reanimações por falta de enfermeiros.

“Na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), que é para ter 5 técnicos só tem um. Já Unidade Especializada em Cuidados Prolongados (UCP) não tem nenhum”, adverte Marcelo. “As salas de partos estão lotadas de bebês sem poderem serem transferidas para as UTIs e UCIs, ucis porque não tem funcionários”, completa o vereador.

O vídeo enviado para a redação do site Fato Amazônico, revelam o vazio, por falta de funcionários na Maternidade Ana Braga.

O principal motivo é o velho e conhecido dilema dos servidores prestadores de serviço: falta de pagamento.

Enquanto isso bom, o governo faz de conta que tudo vai muito bem obrigado. Todos os meses empurra o problema com a barriga do jeito que lhe convém.

Afinal, todos os meses tem o polpudo e gordo salário regiamente pago.


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