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A vereadora Professora Jacqueline (PPS-AM) protocolou uma representação junto a Procuradoria da República no Amazonas (Pram), solicitando que seja investigado o convênio celebrado em 2010, entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), no valor de R$ 4,8 milhões, para recuperar 103 quilômetros de ramais em Manaus e no interior do Estado, com o objetivo de melhorar o escoamento da produção agrícola.

O documento foi dado entrada no Ministério Público Federal (MPF) na última sexta-feira (18).

No convênio, estava prevista a recuperação do Ramal Água Branca 1, situado no quilômetro 32 da estrada AM-010 (Manaus – Itacoatiara). O serviço nunca foi feito e, por falta de manutenção, a pista ficou quase intrafegável, dificultando o transporte de produtos agrícolas para Manaus e o acesso das crianças à Escola Municipal Joana Vieira, que fica dentro do ramal.

De acordo com levantamento feito pela própria Sepror, a recuperação do Ramal Água Branca estava orçado em R$ 1,5 milhão e incluía imprimação de asfalto, colocação de tubos de concreto, rip-rap e pontes de madeira. As máquinas, no entanto, nunca entraram no local e a Sepror, que fez o levantamento das obras, nunca justificou o motivo do trabalho não realizado. “No Ramal Água Branca moram centenas de famílias que vivem do cultivo e que, diariamente, vêm contabilizando perdas, porque mal conseguem sair do ramal, devido às condições da estrada”, afirmou.


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