De acordo com Josué Neto foram duas semanas mediando um diálogo entre o Executivo e profissionais da educação (Foto Joel Arthus)
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Somente nesta quarta-feira, 23, após seguidas e tensas rodadas de negociações, a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), segundo o presidente da Casa, Josué Neto (PSD), deverá votar o projeto nº 293/2019, que trata do reajuste dos professores em greve desde o  dia 15 de abril.

Nesta quarta-feira, 22, em reunião que contou com a participação de lideranças partidárias, representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), e do secretário de Fazenda, Alex Del Giglio, ficou decidido que a Mensagem Governamental que prevê reajuste salarial de 4,73% terá a inclusão de três emendas coletivas.

As emendas coletivas, segundo Josué Neto, mudam os percentuais de gratificação das progressões verticais de 1,7 mil professores aptos a receber na proporção de 12% (especialistas), 50% (mestres) e 55% (doutores);

A segunda emenda aumenta de R$ 30,00 para R$ 80,00 o auxílio localidade para os profissionais que moram nos municípios sede e R$ 120,00 para os que residem mais distantes da sede dos municípios.

“Meu sentimento é que a partir de agora a relação entre a Assembleia e os educadores é muito mais forte do que era no passado”.

Ana Cristina Rodrigues, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), disse que a proposta foi aceita, mas o fim da greve ainda depende da aprovação da categoria em assembleia geral.


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