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O Projeto Literatura Acessível, série de livros inteiramente acessíveis, que visa a sensibilizar crianças e escolas quanto à importância da temática da inclusão e da acessibilidade, preparou um presente neste período de isolamento social: desde o último dia 12, também é possível assistir online a contações das histórias, com a atriz Bia Mussi e o artista cego Marcos Lima, idealizador do Projeto Histórias de Cego.

São versões com legendagem e audiodescrição, seguindo as exigências de acessibilidade da Secretaria Especial de Cultura, que podem ser encontradas em  https://linktr.ee/LiteraturaAcessivel. “É uma forma de gerar um conteúdo virtual similar àquele que constaria dos encontros presenciais, com contações,  previstas pelo projeto, em várias cidades do país”, diz Carina Alves, fundadora e diretora do Instituto Incluir, e responsável pela elaboração do projeto e autoria dos livros.

Em 12 de Agosto, foi ao ar a primeira contação, “Melhor amigo da Bengala” e em 24 de Agosto, foi a vez de “A princesa que tinha um cromossomo a mais”. Em Setembro, estão programados os lançamentos de “O menino que escrevia com os pés” (dia 7) e “A menina que perdeu a perna” (dia 18).

Também por conta da covid-19, o Projeto Literatura Acessível disponibilizou os títulos em formato ebook. Por meio de parcerias com secretarias de educação, esporte e da pessoa com deficiência de diversas cidades do Brasil, os ebooks já alcançam mais de dois milhões de alunos.

Psicóloga, Mestra em Letras e Ciências Humanas e doutoranda em Educação na Perspectiva Inclusiva, Carina Alves escreveu os livros, dois com participação de Mari Meira, e um, em parceria com Elyse Mattos, fundadora do Instituto Ico Project, voltado à causa do autismo. São obras de ficção, disponíveis em versões físicas e em ebooks em multiformato – Libras, braille, audiodescrição e pictograma – e multilinguismo – português e alemão.

O Literatura Acessível é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com Patrocínio do Instituto CCR e Supergasbras e Produção da Burburinho Cultural. A Realização é do Instituto Incluir, Superar, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Pátria Amada Brasil Governo Federal.


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