Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

O assistente administrativo Renato Fabiano dos Santos Benigno, acusado de na madrugada do dia 12 do mês passado, engavetar a picape S-10, de cor marrom e placas OAK 2643 em um Fiat Strada, de placas JXP 6657, matando José Henrique Monteiro Galvão, de 18 anos e Keylene Moreira de Almeida, sentará no banco dos réus. A juíza Mirza Telma de Oliveira Cunha, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, aceitou a denúncia do promotor de justiça Carlos Fábio Braga Monteiro, que denunciou o acusado por homicídio, lesão corporal e embriaguez ao volante.

Na sua decisão ontem, a juíza diz: “Além disso, não existe qualquer motivo aparente para rejeitar a denúncia, uma vez que estão preenchidos os pressupostos processuais e condições da ação, bem como, há indícios suficientes de autoria e materialidade da prática delitiva”.

Em relação ao pedido de liberdade de Renato Benigno e de transferência dele para um quartel da Polícia Militar, a magistrada abriu vista ao Ministério Público, para a manifestação.

A juíza ao receber a denúncia ainda determinou que seja oficiado o Centro de Detenção Provisório, onde o réu está preso para que ele seja apresentado para ter ciência da denúncia.

A defesa de Renato terá 10 dias para responder à acusação por escrito, podendo arguir preliminares e alegar tudo o que interessar para sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar provas a serem produzidas e arrolar testemunhas.

Mas ao oferecer a denúncia contra o réu no final do mês passado, o promotor Fábio Monteiro, opinou pelo indeferimento da liberdade provisória. De acordo com o promotor, “a magnitude do fato em si, a repercussão social havida e a folha de pontos junto ao DETRAN/AM do denunciado, que demonstram, em conjunto, sua índole perigosa no trânsito, ficando patente que a ordem pública deve ser resguardada/protegida e, para tanto, a prisão preventiva há de ser mantida”.

O acidente

Na colisão, ocorrida em frente ao quartel da Polícia do Exército localizado na estrada da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, quando morreram José Henrique Monteiro Galvão, de 18 anos e Keylene Moreira de Almeida, ainda ficaram feridos Rodrigo de Oliveira Barroso, Weslem Tavares e Silva e Jhony Lemos Rodrigues.


Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •