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O apresentador de TV e empresário Ronaldo Tabosa (Pode) que em janeiro deste ano voltou à Câmara Municipal de Manaus assumindo a vaga deixado por Álvaro Campelo (PP), eleito deputado estadual em 2018, perdeu nesta terça-feira (15) o mandato para o Partido Progressista (PP) no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-Am).

No final da manhã desta terça-feira, o Pleno do TRE-Am, a unanimidade votou a perda do mandato de Ronaldo Tabosa por infidelidade partidária. O apresentador de TV ano passado deixou o PP e foi para o Podemos para disputa da eleição.

Tabosa travava uma briga com o PP para ficar com a vaga, mas o partido entendia que o assento na CMM é de Marisson Roger, o 4º suplente, uma vez que os demais suplentes terem deixado o partido.

A advogada Maria Benigno, do PP, disse que a decisão será comunicada ao presidente da Câmara Municipal de Manaus, vereador Joelson Silva (PSDB), que deverá convocar o suplente seguinte do partido.

Em relação a recurso impetrado por Ronaldo Tabosa, Maria Benigno, disse que toda decisão cabe recurso. “Vamos aguardar se terá recurso aqui no TRE, que seriam embargos de declaração ou direto ao TSE”, afirmando que independente de qualquer recurso, o PP pedirá a comunicação a Câmara para que o presidente adote as medidas cabíveis, no caso a convocação do suplente.

“O partido requereu porque a vaga é do partido. O partido tem direito de ser representado na Casa Legislativa por alguém que tenha sido eleito ou ficado como suplente pelo partido dentro daquela coligação”, acrescentou Maria.

Tabosa tentou voltar

O apresentador de TV Ronaldo Tabosa foi o segundo mais votado do PP em 2016, ficando como primeiro suplente, mas sua ida para o Podemos levou a legenda a recorrer a Justiça Eleitoral alegando infidelidade partidária. A segunda suplente é Socorro Sampaio trocou o PP e foi para o PSDB e a Pastora  Luciana seguiu para o PPS.

Tabosa que foi para o Podemos para concorrer as eleições de 2018, desistiu no apagas das luzes e após a eleição de Álvaro Campelo para Assembleia Legislativa do Estado  ele tentou voltar ao PP, mas já era tarde na época o partido hoje nas mãos nos Lins, era comandado por Francisco Garcia, ouviu um não.


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