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Durante a primeira semana do mês de julho, internos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e da Penitenciária Feminina de Manaus (PFM), localizados no Km 8 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), participaram do curso de pintura predial. A atividade é realizada por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), em parceria com a empresa cogestora, Umanizzare Gestão Prisional.

Ao todo, foram formados no curso oito internos do Compaj e 16 internas da PFM. O cronograma contou com a carga horária de 160 horas, e as aulas foram ministradas por uma profissional especializada na área de mão de obra e construção.

O projeto faz parte do Núcleo de Aprendizado Profissional (NAP), que além de remir o tempo ocioso dos privados de liberdade, contribui na manutenção de moradia do próprio presídio e qualificando-os profissionalmente para o mercado de trabalho, quando em liberdade.

Para a chefe do Departamento de Reintegração Social e Capacitação (Deresc), Keyla Prado, o projeto é essencial para a ressocialização dos internos, desenvolvendo habilidades para o mercado de trabalho. “Esse projeto de mão de obra carcerária, além de prepará-los profissionalmente para quando estiverem em liberdade, desperta motivação ao saber que nós acreditamos na mudança deles como indivíduos’’, afirmou Keyla.

Remição – Os internos que passarem pelos cursos poderão exercer o ofício nas unidades, por meio do projeto de remição de pena pelo trabalho não remunerado, o “Trabalhando a Liberdade’’, conforme a Lei de Execução Penal (LEP) prevê, utilizando da mão de obra dos reeducandos sentenciados para a reforma e manutenção da unidade.

Com a atividade laborativa ou do estudo, o preso resgata parte da condenação que lhe foi imposta, pois a cada três dias trabalhados, o preso tem direito à redução de um dia na pena.


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