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Sete menores foram apreendidos neste domingo, 23, em Israel por suspeita de terem participado do estupro coletivo de uma garota de 16 anos, no qual estariam envolvidos cerca de 30 jovens. O fato indignou o país e provocou forte rejeição. 

De acordo com um porta-voz da polícia, em entrevista à EFE, os jovens foram apreendidos durante a manhã como parte da investigação em andamento e “estão sendo interrogados”. Dez pessoas já foram presas. 

O incidente ocorreu em meados do mês de agosto, quando a jovem visitou a cidade turística de Eilat, às margens do Mar Vermelho, com um amigo, e posteriormente relatou ter sido estuprada por um grande grupo de homens enquanto estava sob efeito de álcool.

De acordo com um dos suspeitos, uma longa fila de homens esperava do lado de fora de um quarto de hotel e entrava um por um para fazer sexo com ela.

O número de pessoas envolvidas – cerca de trinta – gerou um grande alvoroço social e na mídia, e na última quinta-feira, 20, provocou manifestações em diferentes partes do país.

A maior delas foi em Tel Aviv, onde mais de mil pessoas se reuniram no centro da cidade para mostrar solidariedade à vítima e exigir políticas mais fortes contra a violência sexual.

A polêmica em torno do caso também gerou a condenação das autoridades. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu garantiu que não se tratava “apenas de um crime contra a jovem, mas de um crime contra a humanidade”, e pediu que os responsáveis ​​fossem levados à justiça. (Estadão)


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