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Na madrugada do dia 25 do mês passado quando o delegado da Polícia Civil Gustavo de Castro Sotero, matou a tiros o advogado Wilson de Lima Justo Filho, de 35 anos dentro Porão do Alemão, localizado na Avenida Coronel Teixeira, no São Jorge, Zona Oeste de Manaus, ele não era o único policial que estava armado dentro da casa noturna.

De acordo com depoimento prestado pelo chefe da segurança do Porão do Alemão, Diego da Silva Mariano, ao delegado Antonio Chicre Neto, dia 29 de novembro, quatro dias depois do crime, além de Gustavo Sotero existiam mais seis policiais armados dentro da casa noturna, entre eles um delegado federal.

No controle de armas de fogo da casa noturna consta que o delegado federal portava uma pistola Glock calibre 9 milímetro, carregada com 15 munições.

O segurança disse que conhecia Gustavo Sotero por ser frequentador assíduo da casa e já sabia que ela delegado da Polícia Civil há algum tempo. E que quando ele chegava era chamado para uma sala reservada onde assinava a cautela de responsabilidade em portar arma de fogo no interior do recinto.

Entenda o caso

O delegado da Polícia Civil Gustavo de Castro Sotero, é o acusado de matar com 4 tiros o advogado Wilson de Lima Justo Filho, de 35 anos dentro da casa noturna Porão do Alemão, localizado na Avenida Coronel Teixeira, no São Jorge, Zona Oeste de Manaus, na madrugada do dia 25 do mês passado por volta de 2h30. Ele também deixou ainda feridas mais três pessoas, uma delas a esposa da vítima Fabíola Rodrigues de Oliveira, de 31 anos internada no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.

Foram socorridos ainda na madrugada de terror no Porão do Alemão, Maurício Carvalho Rocha, 35 anos e Yuri Paiva, que foram levados ao 28 de Agosto onde na manhã deste sábado receberam alta.


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