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O candidato da coligação “Eu voto no Amazonas”, Amazonino Mendes (PDT), destacou durante entrevista ao radialista Valdir Correia, da Rádio Difusora, na segunda-feira (03/09), que a economia amazonenses é a que mais cresceu no Brasil, com um avanço de 6,4% no Produto Interno Bruto (PIB), no primeiro semestre de 2018.

O Estudo do Itaú Unibanco mostra também que o Amazonas apresentou alta no primeiro trimestre, de 6,1%. No Brasil, o PIB cresceu 0,2% no segundo trimestre, em relação ao mesmo trimestre de 2017. O crescimento do PIB do Amazonas só ficou um pouco atrás do registrado no Mato Grosso, que avançou 6,7%, conforme o estudo do Itaú Unibanco.

Para o governador Amazonino Mendes, os indicadores refletem a reorganização da máquina administrativa, na qual foi encontrada em situação pré-falimentar em outubro de 2017, e também maior confiança na economia do Estado.

“Arrumar a casa não é pegar uma vara de condão e bater ali e num minuto ficar tudo funcionando. Arrumar a casa significa estancar o roubo, a malversação, estancar os erros. Começar a atacar os problemas, começar a administrar. O Amazonas não tinha administração e passou a ter. Nesses últimos 12 meses, o Amazonas cresceu 6,4 %. É um crescimento vertiginoso. Nós estamos no caminho certo. Nada é mais importante hoje do que gerar emprego. Então, o ponto principal é a organização da economia. Há dez meses quando assumimos era uma situação caótica. O estado tinha mergulhado num abismo, e havia uma malversação brutal de recursos públicos, tanto que eu não sou nenhum mágico, não tenho varinha de condão, e assumi o governo e fiz a coisa certa. Eu fiz cumprir com meu dever. Resultado? O estado está com a economia organizada, estruturada, cresceu 6,4%”, comentou o governador, ao lado da candidata a vice-governadora, Rebecca Garcia (PP).

Amazonino ressaltou que com a reorganização da economia no Amazonas resultou em investimentos em vários setores do governo, totalizando o recurso de R$ 1,5 bilhão. O resultado foi a empregabilidade de seis mil pessoas diretamente e de 21 mil trabalhadores indiretamente.

“Estamos com obras em quase todo o interior do estado. Só aqui, em Manaus, com 23 frentes de trabalho e vamos para 35 obras, já geramos milhares de milhares de emprego. Imaginem os empregos o que geramos em todo o interior. Esse crescimento econômico significa que o Amazonas é um oásis do Brasil. Nós agora, agora, temos de ter um cuidado muito sério, de não jogarmos fora o que estamos conquistando e sairmos do trilho. Temos de resistir porque o primeiro resultado positiva vai acontecer, que é a melhoria do emprego, a condição de emprego”, destacou o candidato.

Estudo

De acordo com o estudo do Itaú Unibaco, divulgado no sábado (01) pelo site G1, a estimativa do PIB nos estados é referente ao acumulado em 12 meses e considera dados como a produção industrial, o desempenho do varejo e de serviços e a geração de empregos formais medida pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No Amazonas, o estudo aponta alta de 10,9% na produção industrial nos 12 meses acumulados em junho, e de 9,1% na atividade comercial. Os dados mais recentes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) apontam que o faturamento do Polo Industrial de Manaus (PIM) de janeiro a abril de 2018 cresceu 21,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Mais empregos

O resultado do Polo Industrial refletiu na melhoria da geração de empregos no acumulado de janeiro a abril de 2018, quando a média mensal de empregos superou a média mensal dos anos de 2016 e 2017 e demonstra que as empresas voltaram a contratar. A média mensal de empregos formais no PIM foi de 86.450 trabalhadores, contra a média de 86 mil nos últimos dois anos.

Adins na defesa da ZFM – Amazonino ingressou com duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adins) e uma Ação Civil Ordinária (ACO) no Supremo Tribunal Federal (STF), para garantir a manutenção de vantagens comparativas da Zona Franca de Manaus, asseguradas pela Constituição Federal.  

Uma das Adins é contra ato da Receita Federal que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados do polo de concentrados, o que muda a intocabilidade da ZFM resguardada pela Constituição.  A Adin foi distribuída ao ministro Dias Tófolli, que será o relator do processo.

A outra Adin, que já tramita no STF, é contra a Lei Complementar 160/2017, que permite aos demais Estados e ao Distrito Federal deliberarem sobre incentivos fiscais (remissão de créditos tributários), através de convênio. Tal prerrogativa, sustenta a Adin, é exclusiva da ZFM, conforme garante a Constituição nos artigos 40, 92 e 92-A do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT).  O relator da ação é o ministro do STF, Celso de Melo, que ainda não proferiu despacho.

Também com o objetivo de garantir prerrogativas constitucionais da ZFM, Amazonino Mendes entrou com Ação Civil Ordinária (ACO) para impedir que a Receita Federal altere incentivos administrados pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). A ACO também tem como relator o ministro Celso de Melo.


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