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Os líderes das duas Coreias assinaram, nesta quarta-feira, uma declaração conjunta que inclui os resultados da cúpula realizada em Pyongyang e que promete ter um peso importante para o futuro do diálogo sobre desnuclearização entre o regime norte-coreano e os Estados Unidos.

Além deste documento, cujo conteúdo por enquanto é desconhecido, os ministros da Defesa dos dois países, tecnicamente ainda em guerra, também assinaram um acordo para reduzir a tensão militar nas zonas de fronteira, segundo informou em Seul, um porta-voz do gabinete da presidência sul-coreana.

Por sua vez, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, explicarão hoje o conteúdo destes documentos.

Estes acordos acontecem depois que os dois líderes realizaram hoje uma segunda reunião na capital norte-coreana.

Neste encontro, que começou às 10h (horário local; 22h de terça-feira em Brasília) na residência Paekhwawon (onde está hospedada a comitiva sul-coreana) teve a participação apenas de Kim e Moon, de acordo com confirmação feita pelo gabinete sul-coreano.

Espera-se que a viagem de três dias de Moon a Pyongyang ajude a minimizar as diferenças entre Coreia do Norte e EUA, depois que os dois países assinaram uma declaração em Singapura, no mês de junho, onde se comprometem em trabalhar pela desnuclearização em troca de que Washington garanta a sobrevivência do regime. (Agência EFE)


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