As famílias de Eirunepé pelA foto moram em meio ao lixo, enquanto o prefeito Raylan Barroso constrói uma mansão (Fotos Divulgação)
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A simpática cidade de Eirunepé – berço do governador Amazonino Mendes – seriamente ameaçada, à propósito de POMPEIA, destruída pelo Vesúvio, de desaparecer do mapa. É claro que na longínqua cidade do Juruá não existe nenhum vulcão a cuspir, furioso, suas lavas produzidas pela erupção.

Em Eirunepé, segundo descrição da deputada Alessandra Campêlo, existe um prefeito irresponsável que, em defesa dos interesses pessoais, abandonou a cidade que, hoje, vive o caos patrocinada pelo senhor Raylan Barroso (Pros).

“Lixão a céu aberto ao lado do abatedouro municipal,  falta de equipamentos no hospital,  infraestrutura policial e equipamentos sucateados, feira no meio da rua, merenda escolar insuficiente, suspeitas de superfaturamento em compras públicas, professores à espera do pagamento do abono do Fundeb. Pobre Eirunepé”, lamenta Alessandra Campelo, que completa: “Tudo isso em meio à construção de uma mansão do prefeito”.

Em Eirunepé, segundo comentou a deputada, se chove não falta lama, se faz sol aja poeira – tudo isso por falta de asfalto.

Alessandra Campêlo destacou, também, a gritante falta de remédio e equipamentos no Hospital Regional Vinícius Conrado que, segundo ela, funciona em regime de gestão compartilhada entre Estado e Município.

“A incubadora e o mamógrafo não funciona, o hospital não dispõe de internet para transmissão de dados de exames feitos no município, a autoclave hospitalar está sucateada por falta manutenção, assim como equipamentos destinados à esterilização de artigos médico-hospitalares. Em contraste com essa triste realidade Raylan Barroso constrói um verdadeiro colosso para morar”, critica.

A deputada disse que vai encaminhar todas as denúncias constatadas durante a viagem a Eirunepé aos órgãos competentes, como Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas do Estado.


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