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À julgar pela Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público no dia 06 de junho deste ano contra o ex-governador José Melo, tudo indica que o inferno astral do Melinho, governador cassado, continua conturbado. E, segundo revelam os trânsitos planetários ativos no seu Mapa Astral, não devem terminar tão cedo.

A Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa com pedido de ressarcimento de dano ao erário, nada mais é do que o desdobramento na esfera cível do processo eleitoral que culminou com a cassação do mandato do ex-governador de mandato no Tribunal Superior Eleitoral.

José Melo, além dos coronéis PMs, Paulo Roberto Vital, Dan Câmara, Raimundo Ribeiro de Oliveira, Raimundo Rodrigues da Silva, Circe Maria Lima Gandra, e Nair Queiroz Blair, é denunciado de forjar serviço de “implementação de solução tecnológica de monitoramento em tempo real móvel, no Centro de Comando e Controle Regional do Estado do Amazonas”, quando do evento

Copa do Mundo – FIFA 2014, pelo valor de R$ 1.000.000,00.

De acordo com a denúncia, a contratação e o pagamento do serviço ocorreu sem qualquer parâmetro ou referência, pesquisa de preço ou outro processo legal de contratação de serviços.

Agência Nacional de Segurança e Defesa ANS&D, beneficiária do contrato, é uma associação de faixada sem endereço físico, e com endereço “fantasma” na Capital da República, comandada pela Requerida Nair Queiroz Blair, segundo admitiu Ministério Público.

No dia 24 de outubro de 2014, acompanhada do pastor evangélico Moisés Barros e da vereadora do município de Parintins, Karine Cristiana da Costa Brito, Nair Queiroz Blair foi presa em flagrante pela Polícia Federal no comitê do então candidato José Melo cooptando pastores de igrejas evangélicas com o fim de comprar votos.

No momento da prisão foi apreendido em poder de Nair Queiroz Blair computadores, lap-top, recibos nominados de Evandro Melo, irmão do de José Melo, recibos nominados de Nair Blair nota fiscal 000.000.004 da Agencia Nacional de Segurança e Defesa ANS&D no valor de R$ 1.000.000,00, relatório de acompanhamento de suposta execução de serviço.

Desde que reconhecida a ação do MPE, José Meloe demais envolvidos terão os seus bens indisponíveis, além da devolução para os cofres públicos R$ 1.769.788,43.


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