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A delegação palmeirense participou de uma reunião sobre o VAR com a presença de Ubaldo Aquino, que prejudicou o clube em 2001. O presidente Maurício Galiotte admitiu a mágoa com o ex-árbitro paraguaio, mas explicou que não tinha como vetá-lo.

Aquino é integrante da Comissão de Arbitragem da Conmebol, presidida pelo brasileiro Wilson Seneme – ambos participaram do encontro com a delegação palmeirense em Santiago do Chile. Em entrevista à ESPN Brasil, Galiotte comentou a presença do juiz da semifinal da Copa Libertadores 2001.

“O Ubaldo Aquino hoje faz parte da Comissão de Arbitragem. Quem determina as pessoas que vão nos passar as orientações, obviamente, é a Conmebol. Nenhum dos clubes tem o poder de definir se vamos falar com A, B ou C. Então, o Palmeiras recebeu a Comissão de Arbitragem da Conmebol para todas as orientações”, justificou.

Há 17 anos, Aquino interferiu decisivamente no empate por 2 a 2 entre Boca Juniors e Palmeiras na primeira partida pela semifinal da Copa Libertadores. Por meio do Twitter, o ex-meia Alex, autor de um gol na Bombonera, se mostrou surpreso com o encontro entre o paraguaio e a delegação alviverde no Chile.

“O Ubaldo Aquino tem uma passagem conosco extremamente lamentável em 2001. Realmente, uma mágoa, uma recordação negativa de todos nós, palmeirenses. Mas, hoje, ele trouxe as instruções e a gente não tem como negar a pessoa que nós é recomendada”, disse Galiotte, compreensivo com a insatisfação da torcida.

“Não podemos misturar os assuntos, mas eu estou de pleno acordo com o torcedor, com as pessoas que naquele momento sofreram demais com o erro gravíssimo do Ubaldo Aquino na partida contra o Boca Juniors”, declarou o mandatário do clube alviverde. (Gazeta Esportiva)


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