Por Luciana Santana – No mês de outubro, mulheres das capitais manauara e roraimense, comunidades ribeirinhas e indígenas participaram do Outubro Rosa em 570 Igrejas Adventistas das regiões. Mais de 300 mulheres promoveram palestras sobre prevenção e orientação contra o câncer de mama, Chá entre Amigas e visitação em Hospitais Oncológicos. Os membros impactaram a sociedade com alertas sobre a doença e a importância da higiene pessoal da mulher.

De acordo com a responsável pelas mulheres dos estados do Amazonas e Roraima, Euciany Saraiva, o movimento do Outubro Rosa impactou muitas mulheres com palestras de prevenção e orientação. “As palestras foram informativas e esclarecedoras para a comunidade. A nossa ideia foi orientar com prevenção e orientação. Nos encontros, distribuímos a revista Eu Mulher, com objetivo de orientar o público feminino sobre as doenças mais comuns do século XXI”, coloca.

As líderes do Ministério da Mulher se mobilizaram com o intuito de instruir o público feminino das igrejas e das comunidades a quais a Igreja Adventista está inserida. Para Dolane Patrícia, realizar atividades do Outubro Rosa em sua igreja, situada na capital de Boa Vista, foi um aprendizado para todas. “Nós temos o conhecimento sobre a importância do autoexame, mas muitas mulheres não sabem como um toque pode salvar a sua própria vida. Em nossas ações do Outubro Rosa focamos em conscientizar a população com atividades lúdicas e informativas para a prevenção do câncer de mama, que tem acometido tantas mulheres no estado de Roraima”, diz.

Já no estado do Amazonas as comunidades ribeirinhas também não ficaram de fora deste movimento de conscientização, que visa salvar a vida de mulheres. “Aqui percebemos como as ribeirinhas precisam de ajuda, de informação e orientação sobre esta temática. Muitas delas nunca ouviram falar sobre como o câncer de mama é perigoso e muitas vezes, fatal. A nossa campanha do Outubro Rosa focou todos os públicos independente de classe social, escolaridade e raça. Todas elas precisam alerta e orientação sobre o assunto que ainda, por incrível que pareça, ainda é um tabu entre as mulheres”, finaliza Euciany Saraiva.