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O médico Mouhamad Moustafá, preso pela Polícia Federal na “Operação Maus Caminhos” que desarticulou uma organização criminosa que desviou mais de R$ 100 milhões da Saúde no Amazonas” foi condenado a 15 anos de prisão na última quarta-feira, dia 9, pela juíza Ana Paula Serizawa Podedworny, da 4ª Federal.

Na sentença, a juíza federal ainda determinou a perda dos bens do líder da Organização Criminosa que perdeu avião, lancha, carros de luxo, imóveis e outros bens para a União.

Além de Moustafá foram condenados ainda Priscila Marcolino Moutinho, Jennifer Naiyara Yochabel Rufino Correa da Silva e Alessandro Viriato Pacheco. Todos poderão recorrer à sentença em liberdade.

Em sentença, a juíza Ana Paula Serizawa determina ainda que Mouhamad Moustafá pague uma multa de cinco salários mínimos.

A juíza concedeu ao líder a ORCRIM o direito de recorrer da sentença em liberdade, mantendo, porém as medidas cautelares impostas quando da concessão da liberdade provisória, ressaltando, inclusive que o réu já descumpriu pelo menos uma cautelar após ter sua liberdade deferida.

A empresária e advogada Priscila Marcolino, apontada como um dos braços da organização criminosa comanda por Mouhamad, foi condenado a 12 anos e 8 meses de reclusão.

A enfermeira Jennifer Naiyara, que tem colaborado com as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público e fez até a delação premiada, teve uma pena de 3 anos e 10 de reclusão.

O empresário Alessandro Viriato foi sentenciado pela juíza Ana Paula Serizawa em 4 anos e 4 meses de reclusão, mas o cumprimento de sua pena será em regime semiaberto.

Na denúncia do Ministério Público Federal, Mouhamad é o responsável pela ORCRIM. Com influência no Governo do Estado, com padrinhos “fortes” como Oe ex-governador José Melo, cassado por compra de votos, era quem escolhia as empresas que fariam parte do esquema criminoso.


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