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Após análise do decreto estadual, a Defesa Civil do Amazonas, autorizou o reconhecimento da “Situação de Emergência” por estiagem, no município de Ipixuna, localizado a 1.361 quilômetros de distância de Manaus, na calha do Juruá. O órgão prepara agora o plano de resposta ao desastre.

“Com a comprovação da emergência, vamos agora entrar com a análise de danos e necessidades, para assim dimensionar a quantidade de ajuda humanitária que será necessária para atender a população afetada em Ipixuna”, informou o secretário da Defesa Civil do Amazonas, coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) Fernando Pires Junior.

A cidade contabiliza 1.226 famílias afetadas pela estiagem, em 64 comunidades.

Monitoramento- Ipixuna, assim como toda a calha do Juruá, apresenta níveis hidrológicos críticos para o período, em função da baixa precipitação. De acordo com o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), a cidade do Rio Branco, capital do Acre, referência para a calha, registrou hoje a cota 1,74cm e encontra-se apenas 44 cm mais alta do que a mínima observada na série histórica, que foi 1,30 em 2016.

Alerta– Ipixuna era um dos municípios que estavam em Situação de Atenção, por conta da vazante. Permanecem neste estágio 20 cidades: Guajará, Envira, Eirunepé, Itamarati e Carauari, na calha do Juruá; Boca do Acre, Canutama, Lábrea e Pauini, na calha do Purus, Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã e Apuí no Madeira, e ainda, Atalaia do Norte, Benjamin Constant, São Paulo de Olivença, Tonantins, Amaturá, Tabatinga e Santo Antônio do Iça, na calha do Alto Solimões.


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