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O clima na região do Sul do Amazonas voltou a ficar tenso depois do registro do desaparecimento do técnico da Embratel Martinho Andrade Carvalho, Edimar Freitas Gusmão e Alan Catarino Pinheiro. O caso foi registrado ontem na Delegacia de Polícia Civil, de Apuí, por Leicirleia Silva Costa, onde o delegado Robson James dos Reis Silva, ouviu o relato da doméstica, que informou que os homens entraram na terra indígena Tenharim do Igarapé Preto na manhã da última quinta-feira para fazer reparos no telefone da aldeia estava com problema e até o nomento não retornaram.

De acordo com ela o técnico da Embratel saiu de Apuí na quarta-feira fazer repara em um aparelho de telefone. Na quinta-feira pela manhã eles entraram em direção à aldeia de onde deveriam ter voltado à tarde. Diante do silêncio dos três homens, uma equipe de busca foi ao local na sexta-feira, mas retornou no final da tarde sem nenhuma informação.

De acordo com informações do Facebook do Portal do Apuí, a equipe de suporte composta por quatro pessoas percorreu sexta-feira 75 km na estrada do estanho a procura das três pessoas, mas não puderam seguir viagem devido a uma alagação na estrada.

Ontem, eles retornaram para a região levando duas motocicletas na caminhonete para seguir de moto a partir do lugar que o carro não possa mais trafegar.

A família e a Embratel entrou em contato com a equipe da Polícia Federal que está fazendo as buscas dos três homens que desapareceram em dezembro e supostamente foram assassinados nas proximidades da aldeia Taboca.

Os Tenharim do Igarapé Preto foram aculturados e praticamente perderam a cultura indígena na década de 70 quando uma grande mineradora extraiu cassiterita na região. Atualmente a região da aldeia é habitada por indígenas e não indígenas que trabalham em um garimpo de ouro ilegal.


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