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Por maior que seja o esforço do governador Amazonino Mendes (PDT) de levantar a cabeça, sacudir a poeira e dar a volta por cima dificilmente conseguirá um aliado  à altura do prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), depois que este (Arthur) abandonou as fileiras do pré-candidato para se alinhar às do senador Omar Aziz, também, pré-candidato ao governo do Amazonas.

Sabedor do peso político de Arthur, Amazonino sabia que, com a “deserção” do ex-aliado, logo entraria em desvantagem na disputa sucessória.

Afinal, na composição das alianças, Arthur Neto era o nome de maior projeção. Sem Arthur, o único nome capaz de atender ao projeto  de reeleição de Amazonino era o do senador Eduardo Braga (MDB) que, ainda hoje, carrega doloridas feridas herdada nas últimas disputas eleitorais.

O deputado Alfredo Nascimento (PR), que sempre precisou a indispensável ajuda de Eduardo Braga, Amazonino Mendes e de Omar Aziz para se eleger, foi convocado para um encontro na casa do Tarumã com o pré-candidato.

Nos bastidores da política comentam-se que Alfredo ficou exultante com o convite do eterno chefe, principalmente com a possibilidade de disputar a uma das duas vagas no Senado.

A nova aliança – Amazonino x Alfredo – ainda não foi oficializada, mas é quase certo que nos próximos dias a notícia ocupe com estadarlhaço os principais espaços da imprensa local.

Neste caso vale o que dizia há mais de 3 mil anos por Salomão de que “Não há nada de novo debaixo do sol”.


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