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Rodolfo Barroso Martins, o “Gigante”, 25, principal suspeito de ordenar a morte do soldado Paulo Sérgio Portilho, 34, que foi preso dia 9 de novembro do ano passado, em Anápolis, interior de Goiás, após uma ação conjunta entre policiais civis da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) ganhou sua liberdade provisória no último dia 18 e na sexta-feira (21) deixou a cela da Unidade Prisional do Puaraquequara (UPP), onde estava preso.

A liberdade provisória foi concedida pelo juiz Mauro Antony, da 3º Vara do Tribunal do Júri, que acompanhou parecer favorável do Ministério Público do Estado, que dia: “o delito imputado ao réu (Gigante) não autoriza a decretação da cautelar máxima (prisão)”.

A defesa de Rodolfo Barroso, o “Gigante” alegou que o crime imputado na denúncia do MP ao acusado, ocultação de cadáver, na qualidade de mandante, não cabe prisão. Ao analisar o pedido de liberdade provisória, o juiz Mauro Antony disse “que assiste razão tanto a defesa quanto ao promotor de justiça em pleitearem tal benefício”, e deferiu a liberdade provisória do acusado de ordenar a morte do soldado da Polícia Militar.

Entenda o caso

O PM Paulo Sérgio Portilho, desapareceu no dia 26 de maio, quando estava a caminho de um chamado “bico” de segurança em uma pizzaria. O corpo dele foi encontrado quatro dias depois do desaparecimento, dia 30 do mês, na invasão Buritizal, no bairro Nova Cidade, Zona Norte de Manaus. O corpo estava sem marcas de tiros, mas com vários golpes de faca.

Nas investigações a polícia chegou a identificar a participação de 12 suspeitos o crime onde Rodolfo Barroso, o “Gigante” é apontado como o mandante da morte do soldado da PM.

Foram apontados como participantes do assassinato Henrique Silva, o “Kinho”, William Paiva, o “Sorriso”, Bruno Mota, o “Filé” e outros.


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