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O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, amazonense de Benjamin Constant, recebeu na manhã de ontem (21), a medalha “Ruy Araújo”, a mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), por indicação do deputado Luiz Castro (Rede), em reconhecimento ao relevante serviço prestado pelo magistrado à sociedade, notadamente no enfrentamento à corrupção no País, atuando na 10ª Vara Federal de Brasília (DF).

Devido a compromissos de campanha, no interior do Estado, Luiz Castro foi representado na solenidade pelo deputado Serafim Corrêa (PSB). Mas por meio de vídeo exibido no telão do plenário, Castro ressaltou o orgulho de homenagear o amazonense de origem interiorana, hoje reconhecido no País, pela competência no julgamento de processos no âmbito da Operação Lava Jato.

Luiz Castro lembrou que foi aluno de Vallisney Oliveira no curso de Direito, da Universidade Federal do Amazonas, na antiga faculdade que ficou conhecida como Jaqueira, no centro de Manaus. “Um professor exemplar que conquistou o respeito dos acadêmicos pela sua inteligência e disciplina. É uma honra termos, hoje, um magistrado do nível de Vallisney Oliveira, que engrandece a Justiça”, salientou o deputado.

Após receber a medalha “Ruy Araújo”, Vallisney Oliveira falou à plateia formada por familiares, amigos do meio jurídico, de jornada de trabalho e ex-alunos. “É uma grande satisfação reunir tantos amigos, depois de dez anos trabalhando em Brasília”, disse o magistrado nominando vários dos convidados e agradecendo aos deputados Luiz Castro e Serafim Corrêa, o reconhecimento ao seu trabalho. 

Participaram da mesa dos trabalhos, o procurador geral da república, Edmilson Barreiros, os representantes da OAB, Denise Aufiero, da Prefeitura de Manaus, Carlos Negreiros, da Academia Amazonense de Letras, Julio Antônio Lopes, da Polícia Militar, André Ribeiro, da Aeronáutica, Mauricio Sampaio e o delegado da Polícia Civil, Frederico Mendes

Carreira

Formado em Direito pela Ufam, em 1988, Vallisney Oliveira concluiu mestrado em 1999 e doutorado em 2002, ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Foi promotor de Justiça do Ministério Público Estadual (MPE), de 1988 a 1992, e procurador da República no Espírito Santo durante o ano de 1992.

Em 1992, tornou-se juiz federal, tendo atuado na Justiça federal do Amazonas até 2006, quando foi para o Distrito Federal. Atualmente é titular da 10ª Vara Federal de Brasília, por onde passam os processos de grandes operações que investigam esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro.

Foi ele que ordenou a prisão de Geddel Vieira Lima, após a descoberta de R$ 51 milhões no apartamento do ex-ministro dos governos Temer (PMDB) e Lula (PT).  


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