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A pedido da Procuradoria-Geral da República, o ministro do Superior Tribunal de Justiça Benedito Gonçalves, relator da Corte que acompanha a Operação Tris In Idem, converteu a prisão temporária do Pastor Everaldo em preventiva. Presidente nacional do PSC, é suspeito de envolvimento em fraudes na área da saúde do Rio de Janeiro.

Na mesma decisão, o ministro mandou soltar os demais investigados que estavam em prisão temporária, incluindo o ex-subsecretário de Saúde do Rio Gabriell Neves. A informação foi divulgada sábado (5) pelo jornal O Globo.

Em nota, a defesa do pastor afirmou que ele é alvo de uma delação premiada mentirosa (do ex-secretário estadual de Saúde, Edmar dos Santos) e que “afirma sua inocência, confiança na Justiça e fé em Deus”.

De acordo com o Ministério Público Federal, o pastor Everaldo lideraria um dos grupos criminosos influentes nos poderes Executivo e Legislativo do Rio, especialmente no governo de Wilson Witzel. As investigações apontaram que o presidente do PSC comandaria várias contratações e teria controle sobre orçamentos na Secretaria da Saúde e em outros órgãos estaduais.


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