O ex-secretário executivo da Susam, João Paulo Marques, preso temporariamente na ação da PF foi um dos beneficiados com a decisão do STJ
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O ministro Francisco Falcão, do Superior Tribunal de Justiça negou o pedido da subprocuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo, de prorrogação da prisão temporária de Fábio José Antunes Passos, João Paulo Marques dos Santos, Alcineide Figueiredo Pinheiro e Luciane Zuffo Vargas de Andrade, presos temporariamente na Operação Sangria, da Polícia Federal.

Mas, os quatro investigados pela PF, tiveram a prisão domiciliar decretada por Francisco Falcão e ficam proibidos de qualquer tipo de “relacionamento com o mundo exterior”, de sair sem prévia autorização da Justiça.

Também não poderão receber visitas, com exceção dos seus advogados devidamente constituídos. Não podem ainda ter contatos telefônicos, especialmente com outros investigados na Operação Sangria.

Para a prorrogação da prisão dos investigados, a subprocuradora-geral da República sustentou que a coleta das provas relativa aos investigados detidos temporariamente foi iniciada, mas ainda não foi concluída, mas não teve êxito.

O ministro Francisco Falcão considerou a prisão domiciliar dos quatro acusados a alternativa mais adequada no momento, devido à pandemia da Covid-19 e seu alto grau de contaminação em presídios.

De acordo com nota da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, três presos, Perseverando da Trindade Garcia Filho, Cristiano da Silva Cordeiro e a secretária de Saúde, Simone Araújo de Oliveira Papaiz, serão liberados depois da meia noite.


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