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A Secretaria de Estado de Saúde (Susam) planeja ampliar o Serviço de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual (Savvis) para mais duas maternidades do Estado. Ainda nesse segundo semestre de 2019, o serviço será implantado na Maternidade Azilda Marreiro, no conjunto Galileia, zona norte. Posteriormente, irá também para a maternidade Balbina Mestrinho, na Praça 14 de Janeiro, zona sul da capital.

A organização do serviço, que hoje é prestado na capital em duas unidades estaduais – Ana Braga e Instituto da Mulher Dona Lindu – e na maternidade municipal Moura Tapajós, foi alinhada na segunda-feira (19/08), em reunião na Susam, entre as coordenadoras das áreas de Saúde da Criança, da Mulher e do Adolescente, além da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS).

“Temos uma previsão de implantação de Savvis na maternidade Azilda Marreiro e na maternidade Balbina Mestrinho. No momento, estamos avaliando como vamos alinhar essas questões de monitoramento, avaliação, treinamento e vendo como podemos organizar a rede para o melhor funcionamento do fluxo do atendimento às vítimas”, disse a coordenadora estadual de Saúde da Mulher, Sandra Cavalcante.

O Savvis atende mulheres, adolescentes e crianças em situação de violência, para que tenham o acompanhamento pelo médico, enfermeiro, assistente social e psicólogo. “A pessoa vai receber todo o encaminhamento, de acordo com o relato dela, de qual vai ser o procedimento, de quais medicações vai tomar, de quais exames vai precisar fazer. Além da parte de orientação jurídica”, explicou a enfermeira Nádia Sobral, da coordenação de Saúde da Mulher.

Segundo a enfermeira, a reunião desta segunda-feira é uma prévia para elencar quais são as principais dificuldades e melhorias que podem ser realizadas no fluxo de atendimento, a fim de serem apresentadas ao Ministério da Saúde durante uma visita que ocorrerá entre os dias 27 e 29 deste mês.

“O Ministério da Saúde vai dar suporte de apoio técnico para analisar os serviços e identificar junto conosco quais são as nossas falhas, quais são os nossos entraves, o que a gente precisa melhorar, quais são os pontos de ajustes”, afirmou Nádia Sobral.


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