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O secretário de Estado de Saúde interino, Marcellus Campêlo, e equipe técnica da secretaria reuniram-se, nesta sexta-feira (14/08), com a direção do Hospital Delphina Aziz para tratar sobre a reabertura da unidade que, diante da pandemia do novo coronavírus, tornou-se exclusiva para atendimento de pacientes com a Covid-19.  Com a redução das internações e a necessidade de aumentar a oferta de procedimentos para atender as demandas da rede, a Secretaria de Estado de Saúde (Susam) está elaborando o plano de retomada gradual dos atendimentos não Covid-19 no hospital.

Depois que o hospital se transformou em unidade de referência para a Covid-19 no Estado, sua capacidade instalada aumentou de 132 para 352 leitos. Com a reabertura, a carta de serviços está sendo reconfigurada. Na nova proposta, o  Delphina Aziz deixará de ser porta aberta, como era antes da Covid, para se transformar em um hospital geral de grande porte, especializado em cirurgias eletivas e também de transplante. 

Segundo o secretário, a reabertura, com data ainda a ser definida, deverá iniciar pelo parque de imagem e serviços de laboratório, dando suporte à rede de saúde na área de diagnóstico. Junto com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), a Susam trabalha em um plano para que a unidade também seja referência em atendimentos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), as chamadas doenças sazonais, que costumam aumentar no primeiro semestre. 

“O Delphina Aziz é um importante hospital para a nossa rede e, com a diminuição dos casos de Covid, ele tem uma ampla oportunidade de aumentar a capacidade. Nossa ideia é que ele seja um grande hospital de retaguarda de toda a rede. Nós queremos diminuir as filas de atendimento, filas de exames e filas de cirurgias, tirando a pressão por atendimento nas demais unidades da nossa rede de saúde”, afirmou o secretário.

Leitos ampliados – Por ser referência em atendimento para Covid-19, durante a pandemia, o hospital Delphina Aziz ampliou o número de leitos, de 132 para 352, dos quais 100 somente de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na última quinta-feira (13/08), a taxa de ocupação de leitos clínicos estava em 29% e de UTI em 27%. 

A reunião contou com a participação da FVS-AM, que está orientando a área técnica em relação aos protocolos de atendimento na reabertura, e do Complexo Regulador do Amazonas. A ideia é que seja criado um protocolo de acesso à unidade, com a triagem de pacientes e separação das áreas destinadas ao atendimento de pacientes com Covid-19 e não Covid-19.


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