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O juiz federal Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, converteu em preventivas as prisões temporárias dos investigados presos na 2ª fase da Operação Spoofing, que apura a invasão de celulares de autoridades. Thiago Eliezer Martins dos Santos e Luiz Molição foram presos preventivamente em 19 setembro deste ano.

Na última segunda-feira (23.set.2019), acabou o prazo de cinco dias dessas prisões decretadas no dia 19. Com isso, a Polícia Federal solicitou e a Justiça renovou as prisões por mais cinco dias. Agora, com a conversão das prisões em preventivas, os suspeitos não têm mais prazo determinado para serem soltos.

De acordo com os investigadores, ambos são integrantes do grupo que interceptou celulares de procuradores da operação Lava Jato e autoridades como o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Por telefone, o advogado Thiago Vitor dos Santos Batista, que defende Thiago Eliezer Martins, afirmou que “os fundamentos da conversão da medida em preventiva são consubstanciadas em supostas contradições não evidenciadas nos elementos informativos dos autos e alegações narradas isoladamente por outro investigado desprestigiada de provas“.

A operação

A primeira etapa da operação, deflagrada em julho, prendeu quatro pessoas que continuam detidas preventivamente em Brasília. As investigações tiveram início após o site The Intercept divulgar trocas de mensagens entre procuradores da Lava Jato e o então juiz Sergio Moro. O caso ficou conhecido como Vaza Jato.


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