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O diretor de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, tem reforçado a importância da responsabilidade das pessoas comuns na luta contra o coronavírus. Cada um deve fazer sua parte para se proteger e evitar a transmissão do vírus. Mas você sabe o que precisa ser feito?

1. Use a máscara
A recomendação da OMS é que se use uma proteção com pelo menos três camadas de tecido para diminuir a quantidade de partículas que você emite ou recebe. É importante que o item cubra seu nariz e boca — máscara no queixo não adianta nada. Evite tocar no tecido e no rosto e faça a higienização correta.

2. Faça distanciamento social
Mesmo com o número de casos crescendo — principalmente no Centro-Oeste, que registrou o maior aumento em diagnósticos e mortes do Brasil na última semana –, o comércio e alguns serviços estão abrindo para a população.

Se for possível, evite frequentar locais cheios e fechados, como shoppings, e espaços que possam favorecer aglomerações. Ainda não é hora de reunir os amigos.

Se não der para ficar em casa, a recomendação é que se mantenha pelo menos um metro de distância de outras pessoas.

3. Lave as mãos
Desde o início da pandemia, esta é a instrução mais simples e uma das mais importantes: higienize as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos (você pode encontrar na internet um compilado de refrões de músicas com exatamente o tempo necessário) ou álcool em gel. Os segundos são importantes para garantir que o vírus morra.

Inclusive, não basta lavar apenas algumas vezes. A recomendação é que se repita a ação cerca de oito vezes por dia ou quando se fizer necessário.

4. Tenha um plano para caso você ou alguém que mora na sua casa seja contaminado
Pacientes confirmados com coronavírus ou que comecem a sentir os sintomas da doença devem entrar em isolamento social, ou seja, ficar exclusivamente em casa por 14 dias.

Nada de descer com o cachorro, ou passar no mercado: é essencial ficar fora do convívio social enquanto o vírus está no seu corpo. Se alguém na sua casa for contaminado, é preciso fazer um esquema, separando talheres, toalhas, roupa de cama e, se possível, isolando a pessoa em um único cômodo.

5. Cuide da sua saúde mental
Somos seres sociais: o isolamento prolongado, somado ao medo de pegar o coronavírus e a dificuldade em interpretar informações conflitantes e em abundância podem levar a quadros de ansiedade e depressão, ou agravar outras doenças mentais.

Evite pensar demais na situação, procure conversar com amigos e familiares pelas redes sociais e tirar um tempinho para você mesmo todos os dias ajudam. Se julgar necessário, procure um psicólogo — o Conselho Federal já usa teleatendimento há alguns meses. (Metrópoles)


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