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Veja – O deputado opositor Édgar Zambrano, primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, liderada por Juan Guaidó, foi libertado da prisão na terça-feira 17, após pedido da Comissão para a Verdade, a Justiça e a Paz, órgão criado pelo governo de Nicolás Maduro.

Em comunicado, o procurador-geral da Venezuela, Tareq Saab, afirmou que a comissão concordou em pedir à Justiça que Zambrano deixasse a prisão, trocando sua privação de liberdade por “medidas cautelares substitutivas”.

Zambrano foi acusado, junto com outros nove deputados da Assembleia Nacional, de ter participado do fracassado levante militar liderado por Guaidó em 30 de abril.

Desde maio, ele era mantido sob a custódia do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), apesar dos protestos da oposição e de organizações de direitos humanos, que consideravam a prisão do parlamentar como política.

Ontem, o governo de Maduro e um grupo de partidos minoritários da oposição apresentaram um acordo para formar uma mesa de diálogo nacional. Entre outros pontos, o pacto prevê a volta do chavismo à Assembleia Nacional e a libertação de presos políticos.


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