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O vereador Thomé Neto (PSD), de Autazes, voltou na quinta-feira passada a sede do Ministério Público Estadual, para cobrar providências a respeito das denúncias que fez no dia 20 de março do ano passado contra a gestão do prefeito Wanderlan Penalber (PMDB), uma delas a do repasse em 2012 de R$ 1 milhão e 973 mil do Programa de Aceleramento do Crescimento do Governo Federal para a construção de três creches no município, que nem saíram do papel.

De acordo com o vereador, no Ministério Público, onde reinteirou o pedido de providências, se quer foi encontrado por onde andava a denúncia feita por ele para ser encaminhada ao Centro de Apoio Operacional de Inteligência, Investigação e de Combate ao Crime Organizado (Cao-Crimo).

Thomé Neto, reinterou no Ministério Público as denúncias contra o prefeito de Autazes

“Ficaram de manter contato para me informarem a respeito da denúncia, mas até agora nada”, disse o parlamentar, informando que já reinterou as denúncias e espera que as mesmas sejam repassadas ao promotor Fábio Monteiro, do Centro de Apoio Operacional de Inteligência, Investigação e de Combate ao Crime Organizado.

O parlamentar disse que o prefeito, além de não construir as creches, para que ninguém fizesse cobranças, determinou que fosse coberta a data de início e termino da obra na placa. “No local existe apenas mato e o início de um alicerce nada mais”, disparou o vereador mostrando a reportagem do Fato Amazônico, as fotos da obra que nunca começou.

Thomé Neto, denunciou ainda a aquisição de combustíveis e lubrificantes do posto de gasolina de Paulo Matos da Silva, que é administrado por Raimundo Nonato Penalber, irmão do prefeito.

Na denúncia ao MP, o vereador informa que existe um esquema de contratos possivelmente fraudulentos para formação de equipes que compõe o programa Saúde da Família e cita como exemplo a médica Shirlene Simão, que aparece como contratada, mas nunca deu expediente em Autazes.


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